Concluímos mais um semestre letivo (2012/01). Semestre esse repleto de bons acontecimentos: Colação de Grau, Encontro Pedagógico, Semana do Calouro, Nivelamento Acadêmico, Defesa de Monografia, Eleição para Líder de Turma, Processo Seletivo para Monitoria, Quarta Odontológica, Ciclo de Palestras Multidisciplinares, Reunião do CONSUP, Reunião de Professores, Júris Florence, Reunião do CONSEP, Simuladão Florence, Implementação do PQV – Projeto de Qualidade de Vida, Avaliação Institucional da CPA, Ações Sociais etc.
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Felicitações às mães
0
comentários
PARA AS MÃES QUE SE FIZERAM MÃES, PARABÉNS!
Culturalmente, nós mulheres, aprendemos, desde a mais tenra idade, o significado e o comportamento de ser mãe. Ganhamos bonecos, panelinhas, casinhas e brincamos com atividades que denotam o cuidado. “Sempre frágeis”, vamos entendendo, dentro e fora de casa, a arte de observar e desenvolver múltiplas funções.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
educação
0
comentários
A EDUCAÇÃO DO SÉCULO XXI: possibilidades de um novo tempo?
A política traçada para a América Latina e o Caribe sinalizou à qualidade do ensino, sendo materializada a partir do estabelecimento de parcerias entre o Estado, o Privado e ONG’S.
A qualidade do ensino vem objetivando-se a partir daí como o grande foco das políticas educacionais brasileiras, desde os anos de 1980.
“Então é Natal e o que você fez...”
Houve um dia em que uma estrela riscou o céu, que anjos desceram à terra, que magos agruparam-se, que uma mulher concebeu pelo poder do Espírito de Deus, que uma manjedoura tornou-se em berço de fé, que o Natal surgiu e que o cristianismo festejou.
A idéia de fé, de paz, de misericórdia, de caridade, de justiça, de solidariedade, de altruísmo, de amor então se colocou entre os homens de boa vontade. Publicou-se a fé cristã e a possibilidade de redenção da humanidade.
Nesse sentido, o espírito pronunciado não parece ser sinônimo de materialidade, mas de espiritualidade. Busca o melhoramento humano e não a troca de presentes ou ceias pomposas. Requer a mão estendida sempre e não em uma data pontual.
A força contagiante do espírito natalino nos faz perceber o outro como igual, ainda que diferente em condições materiais e culturais. Faz-nos reler sobre o que fizemos em meio aos 365 dias vividos em 2010 e questionar sobre os rumos do novo ano que já se anuncia.
A magia do bom velhinho, velho Noel, Santa Claus em seu trenó não fica atrás. Voando pelo céu na direção de chaminés, meias, beiradas de cama, sonhos, pedidos, cartinhas embalou e embala pensamentos e lembranças da infância que jamais poderão ser perdidos, pois a sensação infantil da espera de boas coisas deve perdurar em nossas vidas. Bons comportamentos devem nos guiar para que não precisemos perceber que continuamos a errar os mesmos pontos, apostando e jurando que no próximo ano tudo será melhor, pois tentaremos ser melhores.
A racionalidade humana deveria entender e estender a atmosfera diferenciada desse período, superando risos, afagos, abraços e palavras que não terminam em um dia, uma vez que precisamos colocar a nossa digital no percurso da vida, da vida contextual.
Que a noite de natal traga essa reflexão e que 2011 seja mais que materialidades, que seja uma nova vida, um novo tempo. Que possamos renascer em manjedouras na noite em que a estrela cortou o céu.
Alexsandra Barros
Coordenação de Apoio Pedagógico aos Docentes e Discentes
O educador
Desde a tenra idade, existe um ser mais crescido, mais experiente, mais sabido e mais cheio de regras que nos ajuda a caminhar. Ele nos ensina desde mamar até andar, desde chorar até o não chorar, desde escrever até cantar, desde banhar até compreender... ficamos sabendo como e em quem acreditar, como dizer, como sentir, como ralhar, como perfumar, como fazer, como vestir, como aceitar, como receber...
Aprendemos palavras mágicas, aprendemos os mistérios do mundo, aprendemos para onde vai a água do mar, como a baleia consegue fazer aquele jato d’água acontecer, que as estrelas continuam no céu mesmo quando o dia chega, que sem oxigênio o fogo não pega, que com grande presença de gás carbônico podemos morrer, que a chuva que cai do céu, nasceu do mar, que azul é de menino e que rosa é de menina, que existe um ser transcendente que nos acompanha, basta acreditar e orar...
Nos diplomamos no ABC, no Fundamental, no Médio e no Superior, conseguimos ser doutores, inventores, complexificadores, escritores, poetas, artistas, ou não, com a presença desses e de outros mentores.
Depois de tanto conhecimento, começamos, talvez, a caminhar por conta própria, sabendo que é importante colocar em prática os ensinamentos recebidos, embora às vezes seja necessário ultrapassá-los para o nascer de saberes que contribuirão para a evolução da humanidade, pois é fundamental a compreensão de que o gosto coletivo nem sempre corresponderá ao gosto individual, que a diferença racial não é problema, que o problema não reside no machismo ou no feminismo, mas na falta de racionalidade humana, ou mesmo, sensibilidade, que a divisão econômica é injusta, fazendo inclusive com que não abastados sejam vistos como qualquer coisa...
A caminhada dos educadores é longa e se fez/ faz por terrenos arenosos, por ausência de uma atenção mais digna ofertada pelo sistema à educação, pela falta de respeito da sociedade, apesar do reconhecimento que essa tem sobre a utilidade do educador, pela aparente desunião da classe, pela sobrecarga de atividades, haja vista a empreitada pela sobrevivência no mundo do capital.
Ainda que essa seja a realidade brasileira, educar, desde o braço materno até a diplomação, é, sem dúvida, o lapidar de alma, é o cuidar com técnica, com ciência, com política e com humanidade da vida do outro, é entender que o aprendiz não é um depósito de conhecimento, mas um sujeito que é do mundo, encontra-se no mundo e precisará cuidar do mesmo mundo sob pena de sua inexistência.
Ser professor não pode ser compreendido unitariamente como dom, ser professor deve, sobretudo, ser compreendido como quem faz ciência para humanos, deve ser compreendido como transformação e jamais como reprodução.
A trilha do educador iniciou no mundo grego e foi reeditada por muitas gerações. O seu oficio, certamente, não se perderá com a era da tecnologia, pois educação se faz essencialmente por gente. A sabedoria do mestre da educação será sempre fractus no tempo.
Assim, olhar nos olhos do aprendiz, ouvir a sua palavra, sentir a fragrância da alma faz com que educadores sejam educadores e eternos aprendizes, a fim de que o ciclo não termine, faz com que as metas sejam traçadas e alcançadas, mesmo quando a objetividade nos quer fazer acreditar que não será possível continuar.
Ser educador, enfim, é uma grande missão, é um grande desafio, é andar, às vezes no sentido oposto da mesma via, mas é também o passo seguro para tornar o sistema mais responsável, a sociedade com uma nova visão de educação, grupos mais coesos e mais, verdadeiramente, cidadãos.
Alexsandra Barros (Educadora)
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
AGUARDAMOS VOCÊ
0
comentários
A COORDENAÇÃO DE APOIO PEDAGÓGICO AO DOCENTE E AO DISCENTE AGUARDA VOCÊ
Assinar:
Postagens (Atom)




- Legendado!
- "Dublado!
- RSS
Contato